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segunda-feira, 7 de abril de 2014

MANGUAÇA CULTURAL

Você Sabia ?

> Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
> Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
> Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
> O que fazer agora?
> A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
> No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
> Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
> Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
> Era a cachaça já formada que pingava.
> Daí o nome 'PINGA'.
> Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
> Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
> E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
> (História contada no Museu do Homem do Nordeste).

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Separando a Gema da Clara. Fácil e prático.



Eu já fiz com garrafa de Refrigenrante... mas explicadinho assim, com garrafa de água, fica bem mais prático. Bom Proveito.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Último eclipse solar do ano acontece neste domingo (03/11)

Eclipse poderá ser visto no Norte e Nordeste do Brasil, onde a Lua não vai chegar a cobrir totalmente o Sol

O eclipse solar total é visto nesta quarta-feira (14), em Queensland, na Austrália. O processo de três horas em que a Lua bloqueia o Sol só é visível para quem está no norte do país
O último eclipse solar total foi registrado em novembro do ano passado. A imagem mostra sua passagem por Queensland, na Austrália (Greg Wood/AFP)
O último eclipse solar deste ano deve acontecer no próximo domingo, pela manhã. No Brasil, ele poderá ser visto em alguns estados do Norte e Nordeste, onde será apenas parcial — quando o Sol não é encoberto completamente.
O eclipse solar acontece quando a Lua se alinha com a Terra e o Sol, impedindo a luz da estrela de atingir o planeta. O evento deste domingo será um eclipse híbrido, um tipo raro em que sua intensidade varia ao longo do percurso. Por causa da curvatura da Terra, algumas regiões do planeta estão mais próximas da Lua. Nesses locais, o eclipse vai ser total, e o satélite vai encobrir totalmente o Sol. Em outras regiões, que estão mais distantes do astro, o tamanho da Lua no céu é menor, e não é grande o suficiente para encobrir totalmente o Sol. Nesse caso, a luz da estrela deve escapar ao redor do satélite, formando uma espécie de anel — é o eclipse anular.
A América do Sul, no entanto, não estará no caminho do eclipse híbrido. A Lua só vai entrar totalmente na frente do Sol em um estreita faixa da superfície terrestre, que começa no meio do Oceano Atlântico, perto do sudoeste dos Estados Unidos, e se estende até alguns países africanos, como Congo, Gabão, Uganda e Etiópia.
No Brasil, o eclipse só poderá ser visto em sua forma parcial, na qual a Lua apenas tangencia o Sol, sem nunca entrar completamente debaixo de sua circunferência. O fenômeno só será visível em todos os estados da região Nordeste e alguns do Norte (Pará, Amapá, Roraima, e algumas regiões do Amazonas e do Tocantins), entre as 9 e as 11 horas da manhã, no horário de Brasília.
SolarEclipse2013Nov03H










sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Por que dividimos o tempo de 60 em 60?

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Foi a civilização suméria, em 2000 a. C., que criou o sistema numérico sexagesimal. A escolha é bastante particular, já que a maioria das sociedades humanas escolheu 5, 10 ou 20 como seu número-base. Os sumérios achavam o 60 bastante flexível já que ele é o menor número simultaneamente divisível por 1, 2, 3, 4, 5 e 6. Se isso já é uma vantagem hoje, imagine naquela época, quando as continhas eram feitas usando os dedos das mãos. Foi essa facilidade que fez com que o 60 ganhasse aura de número “mágico” e se tornasse tão importante para aquele povo.
Essa base sexagesimal deu origem a diversas unidades antigas, como a dúzia (12), submúltiplo de 60 (60 dividido por 5), que foi usada para dividir a parte clara e a parte escura do dia em 12 horas cada. “Só não dividiram as partes do dia em 60 porque ainda não havia instrumentos que pudessem chegar a essa fração tão pequena de tempo”, diz Roberto Boczko, do Instituto de Astronomia da USP. Quando os instrumentos tornaram-se mais precisos, notou-se a possibilidade – e a necessidade – de subdividir-se a hora. Assim, em 1670, surgiu o “minutum” que, em latim, significa “pequeno”. Foi o cientista holandês Christian Huygens, responsável pela divisão, quem decidiu manter a tradição suméria. Por volta de 1800, a necessidade de medir intervalos ainda menores levou ao aparecimento de um “pequeno de segunda ordem”, o que hoje chamamos só de segundo.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Sabe o que é tautologia?

Sabe o que é tautologia?

É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido. O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:


elo de ligação 
- acabamento final 
- certeza 
absoluta 
- quantia 
exacta 
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive 
- juntamente 
com 
expressamente 
proibido
- em duas metades 
iguais 
- sintomas 
indicativos 
- há anos atrás 
- vereador da cidade 
outra alternativa
- detalhes 
minuciosos
- a razão é porque
- anexo 
junto à carta
- de sua 
livreescolha
- superávit 
positivo 
todos
foram unânimes
- conviver 
junto 
- fato real 
- encarar 
de frente 
- multidão de pessoas 
- amanhecer 
o dia 
- criação 
nova 
- retornar 
de novo 
- empréstimo temporário 
- surpresa inesperada 
- escolha 
opcional
- planear antecipadamente

- abertura 
inaugural 
continua a permanecer
- a 
últimaversão definitiva
possivelmente poderá ocorrer
- comparecer 
em pessoa
- gritar 
bem alto 
- propriedade 
característica 
demasiadamente excessivo
- a seu critério 
pessoal 
- exceder 
em muito .. 
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, ' surpresa inesperada ' .. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia. 


Gostou? 
Reenvie para os amigos amantes da língua Portuguesa
.
E, assim, se fala em bom português Prof.. Pasquale Neto 

Corrigindo Aforismos

No popular se diz: ' Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro ' 
Correto: ' Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro ' 

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão. ' 
Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão. ' 


' Cor de burro quando foge. ' 
O correto é: Corro de burro quando foge! 


Outro que no popular todo mundo erra: 
' Quem tem boca vai a Roma. ' O correto é: 
' Quem tem boca vaia Roma. ' (isso mesmo, do verbo vaiar). 
Outro que todo mundo diz errado, 
' Cuspido e escarrado ' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. O correto é: 
' Esculpido e encarnado" 


Mais um famoso... ' Quem não tem cão, caça com gato. ' 
O correto é: 
' Quem não tem cão, caça como gato... ou seja, sozinho! ' 


Vai dizer que você falava corretamente algum desses?


Contribuição
Pedro Cagna,

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

62 obras sobre os principais pensadores da educação para download

62 obras sobre os principais pensadores da educação para download

O Mi­nis­té­rio da Edu­ca­ção, em par­ce­ria com a Unes­co e a Fun­da­ção Jo­a­quim Na­bu­co, dis­po­ni­bi­li­za pa­ra downlo­ad a Co­le­ção Edu­ca­do­res, uma sé­rie com 62 li­vros so­bre per­so­na­li­da­des da edu­ca­ção. A co­le­ção traz en­sai­os bi­o­grá­fi­cos so­bre 30 pen­sa­do­res bra­si­lei­ros, 30 es­tran­gei­ros, e dois ma­ni­fes­tos: “Pi­o­nei­ros da Edu­ca­ção No­va”, de 1932, e “Edu­ca­do­res”, de 1959. A es­co­lha dos no­mes pa­ra com­por a co­le­ção foi fei­ta por re­pre­sen­tan­tes de ins­ti­tu­i­ções edu­ca­cio­nais, uni­ver­si­da­des e Unes­co.
O cri­té­rio pa­ra a es­co­lha foi re­co­nhe­ci­men­to his­tó­ri­co e o al­can­ce de su­as re­fle­xões e con­tri­bui­ções pa­ra o avan­ço da edu­ca­ção no mun­do. No Bra­sil, o tra­ba­lho de pes­qui­sa foi fei­to por pro­fis­si­o­nais do Ins­ti­tu­to Pau­lo Frei­re. No pla­no in­ter­na­ci­o­nal, foi tra­du­zi­da a co­le­ção Pen­seurs de l’édu­ca­ti­on, or­ga­ni­za­da pe­lo In­ter­na­ti­o­nal Bu­re­au of Edu­ca­ti­on (IBE) da Unes­co, em Ge­ne­bra, que reú­ne al­guns dos mai­o­res pen­sa­do­res da edu­ca­ção de to­dos os tem­pos e cul­tu­ras.
In­te­gram a co­le­ção os se­guin­tes edu­ca­do­res/pen­sa­do­res: Al­ceu Amo­ro­so Li­ma, Al­fred Bi­net, Al­mei­da Jú­ni­or, An­drés Bel­lo, An­ton Maka­renko, An­to­nio Gram­sci, Aní­sio Tei­xei­ra, Apa­re­ci­da Joly Gou­veia, Ar­man­da Ál­va­ro Al­ber­to, Aze­re­do Cou­ti­nho, Ber­tha Lutz, Bog­dan Su­cho­dolski, Carl Ro­gers, Ce­cí­lia Mei­re­les, Cel­so Su­cow da Fon­se­ca, Cé­les­tin Frei­net, Darcy Ri­bei­ro, Do­min­go Sar­mi­en­to, Dur­me­val Tri­guei­ro, Ed­gard Ro­quet­te-Pin­to, Fer­nan­do de Aze­ve­do, Flo­res­tan Fer­nan­des, Fre­de­ric Skin­ner, Fri­e­drich Frö­bel, Fri­e­drich He­gel, Fro­ta Pes­soa, Ge­org Kers­chen­stei­ner, Gil­ber­to Freyre, Gus­ta­vo Ca­pa­ne­ma, Hei­tor Vil­la-Lo­bos, He­le­na An­ti­poff, Hen­ri Wal­lon, Hum­ber­to Mau­ro, Ivan Il­lich, Jan Amos Co­mê­nio, Je­an Pi­a­get, Je­an-Jac­ques Rous­se­au, Je­an-Ovi­de De­croly, Jo­hann Her­bart, Jo­hann Pes­ta­loz­zi, John Dewey, Jo­sé Mar­tí, Jo­sé Má­rio Pi­res Aza­nha, Jo­sé Pe­dro Va­re­la, Jú­lio de Mes­qui­ta Fi­lho, Liev Se­mio­no­vich Vygotsky, Lou­ren­ço Fi­lho, Ma­no­el Bom­fim, Ma­nu­el da Nó­bre­ga, Ma­ria Mon­tes­so­ri, Ní­sia Flo­res­ta, Or­te­ga y Gas­set, Pas­cho­al Lem­me, Pau­lo Frei­re, Ro­ger Cou­si­net, Rui Bar­bo­sa, Sam­paio Dó­ria, Sig­mund Freud,Val­nir Cha­gas, Édou­ard Cla­pa­rè­de e Émi­le Durkheim.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O captcha que você digita na internet pode ajudar a mudar o mundo!

Tempo atrás, o captcha, aquelas palavras tortas e esquisitas que digitamos em alguns sites antes de baixar alguma coisa ou verificar alguma conta, não tinham utilidade nenhuma além de evitar fraudes. Percebendo isso, um dos inventores da ferramenta, Luis von Ahn, resolveu dar outra utilidade para o captcha. Agora, quando você digita uma palavra nesta ferramenta, você pode estar ajudando a digitalizar livros. Sim, se você perceber que o captcha que está escrevendo é do projeto ReCaptcha, você está ajudando a passar livros impressos para o formato digital!
recaptcha
Para entender: há um processo automático que digitaliza as obras para um formato digital, mas o sistema do computador tem dificuldades em ler algumas palavras de livros mais antigos. Assim, essas palavras que o sistema não compreende são jogadas no captcha, nós as reconhecemos e ajudamos o mundo a ter mais livros digitais...
Para saber mais acesse : O Charlezine - Revista Eletrônica de Cultura